Indicadores do Acompanhamento Nutricional

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Relatório Anual 2016

Introdução

O que fazemos

Preparamos equipes de ramo para atuar na prevenção da desnutrição e da obesidade infantil, desde a determinação do estado nutricional, por meio do Índice de Massa Corporal (IMC), até a orientação dos pais ou responsáveis quanto à alimentação saudável, estímulo à prática de atividade física e encaminhamento à unidade básica de saúde sempre que necessário.

Como fazemos

A cada 3 meses, no dia da Celebração da Vida, a equipe de ramo faz as medições de peso e altura das crianças acompanhadas. O voluntário da informática digita as informações no computador, celular ou tablet, que calcula o IMC na hora e indica a cartela respectiva ao estado nutricional que será usada pelo líder na orientação. O acompanhamento continua nas visitas domiciliares, todos os meses, nas quais o líder, com o Guia do Líder em mãos, conversa com a família sobre outras orientações alimentares adequadas para a idade de cada criança.

Panorama da ação

Após a aprovação do projeto piloto ocorrido nas Dioceses de Maringá e Cascavel (PR) em 2012, a nova metodologia do Acompanhamento Nutricional - IMC/Idade passou a ser implementada em outras Dioceses do Brasil a partir de 2013. A tabela abaixo mostra que em 2015, 86 Dioceses tiveram os primeiros ramos capacitados na ação, passando para 123 dioceses em 2016. Na sequência, encontram-se alguns dados relacionados à evolução desta expansão nos anos de 2015 e 2016:

Acompanhamento Nutricional (AN) 2016 2015 Variação
Nº de Dioceses que iniciaram o AN 123 86 37
Nº de comunidades com AN 2.741 2.750 -0,33%
% de comunidades com AN 7,5 7,0 7,58%
Nº de crianças acompanhadas pelas FABS Azuis 105.501 70.621 49,39%
Nº de crianças distintas que participaram do AN 60.595 39.417 53,73%

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 07/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos de 2016 e 2015, indicadores: combmi, combmi2, crazul, bmi_tot2

Mapa da variação do número de crianças sincronizadas no AppNutri no período. Brasil, 2015 - 2016.

Crianças em AN.png
Legenda crianças bmi tot2.png

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 07/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos de 2016 e 2015, indicador bmi_tot2

Capacitações

Número de capacitados no Acompanhamento Nutricional

Brasil

Percebe-se um aumento de 132,91% no número de membros das novas equipes de ramo capacitados no Acompanhamento Nutricional (P28), do ano de 2015 para 2016 – resultado esperado, já que a ação encontra-se em fase de expansão.

Indicador 2016 2015 Variação Nº de folhas 2016 Nº de folhas 2015 Comunidades de ref 2016 Comunidades de ref 2015
Nº de capacitados P 28 2.180 936 132,91 271 111 250 98

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 07/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador p28, sintético.

Coordenações estaduais

A tabela abaixo mostra o número de novos membros das equipes de ramo capacitados no tema 28 do AN em 2015 e 2016 e a variação em percentual. Os estados que se destacaram, com maior aumento dessas capacitações, foram: Bahia, São Paulo e Paraná.

Coordenação Estadual 2016 2015 Variação %
(BA) BAHIA 214 8 2.575,00
(SP) SÃO PAULO 438 101 333,66
(PR) PARANÁ 271 75 261,33
(AC) ACRE 38 11 245,45
(MS) MATO GROSSO DO SUL 30 10 200,00
(RJ) RIO DE JANEIRO 142 63 125,40
(DF) DISTRITO FEDERAL 27 12 125,00
(MG) MINAS GERAIS 153 74 106,76
(RS) RIO GRANDE DO SUL 244 122 100,00
(SE) SERGIPE 25 13 92,31
(AP) AMAPÁ 29 19 52,63
(MA) MARANHÃO 69 52 32,69
(RN) RIO GRANDE DO NORTE 18 14 28,57
(GO) GOIÁS 10 10 0,00
(AL) ALAGOAS 37 47 -21,28
(ES) ESPIRITO SANTO 25 39 -35,90
(SC) SANTA CATARINA 60 99 -39,39
(PI) PIAUI 43 75 -42,67
(CE) CEARÁ 19 78 -75,64
(RO) RONDÔNIA --- 6 -100,00
(PB) PARAIBA --- 8 -100,00
(PA) PARÁ 100 --- INDEFINÍVEL
(MT) MATO GROSSO 124 --- INDEFINÍVEL
(AM) AMAZONAS 48 --- INDEFINÍVEL
(PE) PERNAMBUCO 16 --- INDEFINÍVEL

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 07/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador p28, sintético,detalhado por coordenações estaduais,.

Dioceses

Abaixo, estão as 10 Dioceses que tiveram maior aumento do número de capacitados no tema P 28 de 2015 para 2016, para enfatizar a expansão de novas equipes de ramo. E também, as Dioceses que apresentaram maior queda quanto a essa capacitação no período. Destacam-se: Dioceses de São Paulo 212 (SP), Maringá (PR) e São Salvador da Bahia 87 (BA), com a maior variação no número de capacitados na ação no período.

Maior aumento 2016 2015 Variação %
(212) Arquidiocese São Paulo 51 1 5.000
(287) Maringá 132 6 2100
(87) São Salvador da Bahia 53 8 562,5
(149) São Sebastião do Rio de Janeiro 63 10 530
(325) Joinville 17 4 325
(5) Cruzeiro do Sul 38 11 245,45
(361) Coxim 30 10 200
(278) Guarapuava 48 17 182,35
(154) Duque de Caxias 40 15 166,67
(118) São Luís do Maranhão 32 12 166,67
Maior queda 2016 2015 Variação %
(249) São Carlos 0 24 -100
(70) Paraíba 0 8 -100
(303) Montenegro 0 4 -100
(163) Mariana 0 14 -100
(76) Maceió 0 8 -100
(133) Imperatriz 0 8 -100
(236) Guarulhos 0 48 -100
(43) Fortaleza 0 34 -100
(128) Coroatá 0 5 -100
(17) Porto Velho 0 6 -100
(208) Colatina 0 14 -100

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 07/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador p28, sintético.

Mapa da variação do número de capacitações de equipes de ramo do Acompanhamento Nutricional. Brasil, 2015 - 2016.

Mapa P28.png
Legenda P 28.png

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 07/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador p28, sintético, detalhado por dioceses.

Indicadores do Acompanhamento Nutricional

% de crianças que compareceram à Celebração da Vida

Este dado é coletado das FABS azuis. A pergunta Quantas crianças cadastradas compareceram à Celebração da Vida (FABS azul) substitui a pergunta Crianças pesadas no mês (FABS preta).

O dia da Celebração da Vida é um momento de confraternização, no qual os líderes, junto às famílias acompanhadas, podem se conhecer e compartilhar suas alegrias e tristezas, buscando apoio uns com os outros. Além disso, é a oportunidade de compartilharem conhecimentos em saúde, por meio de palestras, atividades com os pais; nutrição, por meio de um lanche saudável com alimentos regionais e naturais; ter um momento especial de oração; assim como estimular as brincadeiras com as crianças, o que é fundamental para o seu desenvolvimento.

O aumento da participação das crianças e famílias neste dia mostra que o esforço e criatividade dos líderes da comunidade em fazer uma Celebração da Vida atrativa e agradável estão sendo valorizados e apreciados.

Brasil

Percebe-se uma queda significativa de 3,25% na participação de crianças no dia da Celebração da Vida, comparando-se os anos de 2015 e 2016.

Indicador 2016 2015 Variação Valor P Nº de folhas 2016 Nº de folhas 2015 Comunidades de ref 2016 Comunidades de ref 2015
% Crianças compareceram Celebração da Vida 64,9 67,1 -3,25 p < 0,001 24038 16392 3032 1960

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt3, sintético.

Estados

Os estados que demonstraram maior aumento significativo neste indicador foram: Espírito Santo, Amazonas e Mato Grosso do Sul. Já a maior queda significativa ocorreu nos estados de Mato Grosso, Maranhão e Rio Grande do Sul.

Estados 2016 2015 Variação % Valor p
(11) RONDÔNIA 70 53 31,98 Não Sig.
(32) ESPIRITO SANTO 55,8 45,2 23,48 p < 0,001
(13) AMAZONAS 58,4 50,9 14,58 p < 0,01
(50) MATO GROSSO DO SUL 66,7 59,3 12,44 p < 0,05
(42) SANTA CATARINA 67,2 61,6 9,05 p < 0,001
(15) PARÁ 67,4 63,7 5,78 p < 0,05
(17) TOCANTINS 63,4 60,7 4,53 Não Sig.
(31) MINAS GERAIS 54,3 52 4,44 p < 0,05
(12) ACRE 61,1 58,6 4,19 Não Sig.
(35) SÃO PAULO 59,1 57,2 3,23 p < 0,05
(24) RIO GRANDE DO NORTE 70,1 68,1 2,91 Não Sig.
(25) PARAIBA 71,7 69,7 2,78 Não Sig.
(22) PIAUI 85,3 84 1,56 Não Sig.
(29) BAHIA 66,6 66 1,03 Não Sig.
(27) ALAGOAS 82,3 82,2 0,12 ---
(41) PARANÁ 66,3 66,3 -0,12 Não Sig.
(16) AMAPÁ 65,8 65,9 -0,16 ---
(33) RIO DE JANEIRO 64,4 65,1 -1,06 Não Sig.
(53) DISTRITO FEDERAL 53,8 55,1 -2,34 Não Sig.
(14) RORAIMA 53 54,4 -2,52 Não Sig.
(23) CEARÁ 72,4 75,8 -4,4 p < 0,001
(26) PERNAMBUCO 77,2 81,6 -5,34 p < 0,001
(52) GOIÁS 81,2 85,8 -5,43 p < 0,001
(28) SERGIPE 59 64,1 -7,91 p < 0,01
(43) RIO GRANDE DO SUL 58,6 64 -8,41 p < 0,001
(21) MARANHÃO 68 75,5 -9,9 p < 0,001
(51) MATO GROSSO 64,4 71,7 -10,13 p < 0,001

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt3, sintético, detalhado por estados.

Dioceses

Abaixo, estão as 10 Dioceses com maiores aumentos e quedas significativos neste indicador, do ano de 2015 para 2016.

Maior aumento significativo 2016 2015 Variação % Valor p
(390) São José dos Pinhais 66,4 31 114,18 p < 0,05
(106) Itabuna 74,1 45,1 64,41 p < 0,001
(205) Vitória 58,5 36,1 61,87 p < 0,001
(248) Amparo 50,5 32,2 56,81 p < 0,001
(70) Paraíba 72 59,4 21,26 p < 0,001
(298) Porto Alegre 63,5 53,9 17,71 p < 0,001
(284) Apucarana 75,6 65,7 15,16 p < 0,01
(1) Manaus 58,4 50,9 14,58 p < 0,01
(361) Coxim 66,8 59,3 12,71 p < 0,05
(212) São Paulo 71,1 63,4 12,14 p < 0,01
Maior queda significativa 2016 2015 Variação % Valor p
(306) Caxias do Sul 53,5 60,4 -11,4 p < 0,01
(75) Guarabira 68,7 78,2 -12,09 p < 0,05
(318) Santo Ângelo 72 82 -12,13 p < 0,001
(371) Sinop 62,1 70,9 -12,39 p < 0,001
(336) Luziânia 72,5 85,9 -15,53 p < 0,001
(314) Pelotas 37 47,2 -21,56 p < 0,01
(231) Itapetininga 41,5 55,8 -25,62 p < 0,001
(282) Jacarezinho 60,7 83,8 -27,51 p < 0,001
(128) Coroatá 57,7 84,6 -31,81 p < 0,05
(303) Montenegro 15,6 36,3 -56,98 p < 0,001

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt3, sintético, detalhado por dioceses.

Mapa da variação do percentual de crianças que compareceram à Celebração da Vida por diocese. Brasil, 2015 - 2016.

Mapa pcccv.png
Legenda pcccv.png

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 10/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt3, sintético, detalhado por dioceses.

Regiões

Das regiões, o Norte e o Sudeste apresentaram aumento significativo neste indicador do ano de 2015 para 2016. E as regiões Sul, Nordeste e Centro-oeste apresentaram queda significativa, conforme demostra a tabela:

Regiões 2016 2015 Variação % Valor p
(1) NORTE 64,9 59,5 9,05 p < 0,001
(3) SUDESTE 59 57,3 2,86 p < 0,001
(4) SUL 64,3 65,5 -1,74 p < 0,01
(2) NORDESTE 71,9 75 -4,1 p < 0,001
(5) CENTRO-OESTE 67,9 78,1 -13 p < 0,001

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt3, sintético, detalhado por regiões.

% de crianças cujos pais participaram da Celebração da Vida

A participação dos pais no dia da Celebração da Vida é interessante tanto para os pais, quanto para os líderes da Pastoral da Criança. É importante que os líderes convidem os pais para participarem, já que podem existir aquelas pessoas que não estão comparecendo por falta de incentivo. Os pais podem contribuir no momento da oração, no preparo do lanche, mas também, ajudando na organização e desenvolvimento de atividades novas para os pais ou para as crianças. A participação dos pais enriquece esse dia.

Brasil

Percebe-se uma queda significativa neste indicador, de 5,43%, comparando o ano de 2016 e 2015.

Indicador 2016 2015 Variação Valor P Nº de folhas 2016 Nº de folhas 2015 Comunidades de ref 2016 Comunidades de ref 2015
% Pais que ajudaram na Celebração da Vida 22,4 23,7 -5,43 p < 0,001 24034 16386 3032 1959

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt4, sintético.

Estados

Apresentaram maiores aumentos significativos neste indicador os estados do Tocantins, Mato Grosso do Sul e Alagoas. As maiores quedas significativas ocorreram nos estados de Rondônia, Piauí e São Paulo.

Estados 2016 2015 Variação % Valor p
(17) TOCANTINS 31,3 13,5 131,69 p < 0,001
(50) MATO GROSSO DO SUL 20,2 12 68,69 p < 0,01
(27) ALAGOAS 43,1 27,7 55,78 p < 0,001
(15) PARÁ 20,9 14,4 44,79 p < 0,01
(53) DISTRITO FEDERAL 16,9 13,2 28,26 Não Sig.
(12) ACRE 29 23,5 23,39 Não Sig.
(23) CEARÁ 27,4 22,6 21,29 p < 0,001
(52) GOIÁS 5,7 4,8 19,63 Não Sig.
(25) PARAIBA 32 26,8 19,45 p < 0,05
(33) RIO DE JANEIRO 19,3 18,1 7,05 Não Sig.
(13) AMAZONAS 21,6 20,4 5,69 Não Sig.
(42) SANTA CATARINA 21,9 21,4 2,67 Não Sig.
(29) BAHIA 30,3 29,7 1,94 Não Sig.
(26) PERNAMBUCO 24,6 25,2 -2,58 Não Sig.
(43) RIO GRANDE DO SUL 20,1 21,3 -5,76 Não Sig.
(31) MINAS GERAIS 24,1 26,2 -7,86 Não Sig.
(28) SERGIPE 14,5 15,9 -9 Não Sig.
(51) MATO GROSSO 22,1 24,8 -10,89 p < 0,05
(21) MARANHÃO 26,3 29,7 -11,39 p < 0,05
(41) PARANÁ 29,5 33,8 -12,92 p < 0,001
(35) SÃO PAULO 12,3 14,4 -15,08 p < 0,01
(22) PIAUI 23,5 28,6 -17,78 p < 0,01
(16) AMAPÁ 23,1 28,2 -17,89 Não Sig.
(24) RIO GRANDE DO NORTE 9,1 11,2 -18,49 Não Sig.
(32) ESPIRITO SANTO 12,4 15,3 -19,45 Não Sig.
(14) RORAIMA 26,5 48,9 -45,76 Não Sig.
(11) RONDÔNIA 17,5 52,8 -66,97 p < 0,01

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt4, sintético, detalhado por estados.

Dioceses

A tabela abaixo mostra as 10 Dioceses que tiveram aumentos e quedas significativos neste indicador, do ano de 2015 para 2016.

DIOCESES
Maior aumento significativo 2016 2015 Variação % Valor p
(231) Itapetininga 14,7 5,2 183,25 p < 0,01
(342) Miracema do Tocantins 31,3 13,5 131,69 p < 0,001
(248) Amparo 17 8,6 98,72 p < 0,05
(336) Luziânia 19,8 10,4 90,75 p < 0,01
(75) Guarabira 48 25,3 89,92 p < 0,001
(284) Apucarana 88,7 48,3 83,57 p < 0,001
(59) Caruaru 11,9 6,6 78,41 p < 0,05
(270) Curitiba 10,7 6,4 67,42 p < 0,05
(361) Coxim 19,7 12 64,51 p < 0,01
(123) Bacabal 61,7 37,9 62,48 p < 0,001
Maior queda significativa 2016 2015 Variação % Valor p
(369) Barra do Garças 21,2 28,4 -25,24 p < 0,001
(298) Porto Alegre 22,1 31,6 -30,07 p < 0,01
(246) Araçatuba 19,6 30,6 -36,14 p < 0,001
(114) Aracaju 9,8 15,9 -38,15 p < 0,001
(118) São Luís do Maranhão 23,2 39,5 -41,31 p < 0,001
(180) Belo Horizonte 20,8 37,4 -44,34 p < 0,001
(48) Crato 16,9 30,8 -45,18 p < 0,05
(312) Santa Maria 16,6 33,4 -50,33 p < 0,001
(249) São Carlos 9,4 21,5 -56,09 p < 0,001
(17) Porto Velho 17,5 52,8 -66,97 p < 0,01

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt4, sintético, detalhado por dioceses.

Mapa da variação do percentual de crianças cujos pais ajudaram na Celebração da Vida por diocese. Brasil, 2015 - 2016.

Mapa hrt4.png
Legenda hrt4.png

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 10/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt4, sintético, detalhado por dioceses.

Regiões

Quanto às regiões, o Centro-oste, Norte e Nordeste apresentaram aumento significativo neste indicador. O Sudeste e Sul tiveram queda significativa.

Regiões 2016 2015 Variação % Valor p
(5) CENTRO-OESTE 16,6 10,5 57,95 p < 0,001
(1) NORTE 22,5 19,9 13,16 p < 0,05
(2) NORDESTE 26,5 25,2 5,15 p < 0,01
(3) SUDESTE 16,8 18,8 -10,75 p < 0,001
(4) SUL 26,4 30,1 -12,19 p < 0,001

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador hrt4, sintético, detalhado por regiões.

% de crianças acima do peso (maior que 2 escore z no IMC/Idade)

Encontram-se nessa classificação aquelas crianças cujo Índice de Massa Corporal (IMC) resultou em sobrepeso ou obesidade. Esse indicador reflete a situação atual de excesso de peso infantil, que hoje, encontra-se acima do desejado na população brasileira e mundial, o que é sem dúvida, um dos nossos principais desafios.

Brasil

O percentual de crianças acima do peso nas comunidades que atuam no Acompanhamento Nutricional demonstrou uma queda significativa do ano de 2015 para 2016, de 6,44%, resultado que difere dos dois últimos anos, quando esse indicador não demonstrou alteração significativa.

Indicador 2016 2015 Variação Valor P Nº de folhas 2016 Nº de folhas 2015 Comunidades de ref 2016 Comunidades de ref 2015
% Crianças acima do peso (>2dp IMC/idade) 11,0 11,8 -6,44 P<0,05 9130 9135 2398 2277

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador maior2dp, sintético.

Estados

Abaixo, estão as variações deste indicador relacionadas aos estados. Apenas o estado do RN mostrou modificação (queda) significativa no período referido.

Estados 2016 2015 Variação % Valor p
(11) RONDÔNIA --- 0 INDEFINÍVEL ---
(24) RIO GRANDE DO NORTE 6,4 11,9 -46,01 p < 0,05
(53) DISTRITO FEDERAL 5,9 9 -34,6 Não Sig.
(32) ESPIRITO SANTO 10 14,2 -29,69 Não Sig.
(17) TOCANTINS 5,6 8 -29,57 ---
(12) ACRE 4,9 6,8 -27,45 ---
(27) ALAGOAS 8,2 11,1 -26,16 Não Sig.
(28) SERGIPE 11,1 13,3 -16,5 Não Sig.
(13) AMAZONAS 9,8 11,5 -15,33 Não Sig.
(15) PARÁ 8,1 9,5 -14,47 Não Sig.
(26) PERNAMBUCO 12,2 13,7 -11,12 Não Sig.
(43) RIO GRANDE DO SUL 15,1 16,9 -10,93 Não Sig.
(41) PARANÁ 10,7 11,8 -9,06 Não Sig.
(25) PARAIBA 17 18,6 -8,44 ---
(35) SÃO PAULO 10,8 11,6 -6,38 Não Sig.
(21) MARANHÃO 8,2 8,5 -2,93 ---
(31) MINAS GERAIS 9,3 9,4 -0,93 ---
(23) CEARÁ 19,1 18,5 3,14 Não Sig.
(42) SANTA CATARINA 19,4 18,7 3,63 Não Sig.
(22) PIAUI 12 11,3 5,72 Não Sig.
(29) BAHIA 9 8,4 7,97 Não Sig.
(52) GOIÁS 9,9 9,1 8,97 Não Sig.
(33) RIO DE JANEIRO 9,1 8,3 9,72 Não Sig.
(51) MATO GROSSO 8,3 7,3 13,71 Não Sig.
(50) MATO GROSSO DO SUL 12,3 10,6 15,76 Não Sig.
(16) AMAPÁ 13,2 10,1 31,26 Não Sig.

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador maior2dp, sintético, detalhado por estados.

Dioceses

A tabela abaixo mostra as três Dioceses que apresentaram alteração significativa neste indicador, que no caso foi queda significativa:

Queda significativa 2016 2015 Variação % Valor p
(81) Natal 6,4 12 -46,22 p < 0,05
(312) Santa Maria 10,7 18,1 -41,02 p < 0,05
(294) Cascavel 10,3 13,2 -21,76 p < 0,01

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador maior2dp, sintético, detalhado por dioceses.

Mapa da variação do percentual de crianças acima do peso por diocese. Brasil, 2015 - 2016.

Mapa crianças acima do peso.png
Legenda crianças acima do peso.png

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador maior2dp, sintético, detalhado por dioceses.

Regiões

Na análise por regiões, não foram encontradas diferenças significativas no período referido.

Regiões 2016 2015 Variação % Valor p
(1) NORTE 8,1 9,9 -17,85 Não Sig.
(2) NORDESTE 11,1 11,9 -6,62 Não Sig.
(4) SUL 13,2 13,6 -3,42 Não Sig.
(3) SUDESTE 10,0 10,2 -2,31 Não Sig.
(5) CENTRO-OESTE 8,8 8,6 1,96 Não Sig.

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador maior2dp, sintético, detalhado por regiões.

% de crianças desnutridas (menor que 2 escore z no IMC/Idade)

As taxas de desnutrição vêm caindo nas últimas décadas no Brasil e no mundo, mas ainda representa uma das causas de morbimortalidade mais comuns entre crianças. Os gráficos e mapas referentes à desnutrição crônica, (baixa estatura/idade) ao final do relatório ilustram a necessidade de ações em prol das populações mais vulneráveis.

A orientação precoce às famílias pode ajudar no combate à desnutrição. A prevenção da desnutrição deve iniciar desde a gestação, com orientações sobre os cuidados para uma gestação segura e saudável, preparando a mãe para o aleitamento materno e, mais para frente, orientando-a sobre a introdução adequada dos alimentos para a criança, nos fazendo presentes nos primeiros 1000 dias de vida.

Brasil

Esse indicador não apresentou diferença significativa entre os anos de 2015 e 2016 em nenhuma das análises quanto a estados, dioceses ou regiões.

Indicador 2016 2015 Variação Valor P Nº de folhas 2016 Nº de folhas 2015 Comunidades de ref 2016 Comunidades de ref 2015
% Crianças desnutridas (<2dp IMC/idade) 2,4 2,4 1,47 Não Sig. 9133 9139 2399 2277

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador menor2dp, sintético.

Estados

Não houve diferença significativa para esse indicador nas análises por estados ou por regiões no referido período.

Estados 2016 2015 Variação % Valor p
(11) RONDÔNIA --- 0 INDEFINÍVEL ---
(24) RIO GRANDE DO NORTE 0,6 1,2 -52,29 Não Sig.
(12) ACRE 1,4 2,6 -45,83 ---
(32) ESPIRITO SANTO 2,6 4,4 -40,1 Não Sig.
(31) MINAS GERAIS 2,8 3,9 -28,76 Não Sig.
(43) RIO GRANDE DO SUL 1,5 2,2 -28,75 Não Sig.
(13) AMAZONAS 1,4 2 -27,68 Não Sig.
(28) SERGIPE 1,8 2,3 -24,26 ---
(51) MATO GROSSO 3 3,9 -21,72 Não Sig.
(50) MATO GROSSO DO SUL 0,9 1,1 -20,31 Não Sig.
(27) ALAGOAS 1,9 2 -7,8 Não Sig.
(22) PIAUI 2,9 3,2 -7,49 Não Sig.
(33) RIO DE JANEIRO 2,7 2,9 -6,46 Não Sig.
(15) PARÁ 2,6 2,7 -5,87 Não Sig.
(23) CEARÁ 2,1 2,1 -1,86 Não Sig.
(53) DISTRITO FEDERAL 2,7 2,7 -1,45 Não Sig.
(42) SANTA CATARINA 2,3 2,1 7,93 Não Sig.
(41) PARANÁ 2,2 2 8,21 Não Sig.
(35) SÃO PAULO 2,3 2,1 9,89 Não Sig.
(29) BAHIA 3,3 2,9 12,72 Não Sig.
(21) MARANHÃO 3,3 2,9 13,53 Não Sig.
(17) TOCANTINS 3,3 2,4 40,03 Não Sig.
(52) GOIÁS 2,1 1,3 60,15 Não Sig.
(16) AMAPÁ 3,9 2,4 63,35 Não Sig.
(26) PERNAMBUCO 3,8 2,3 67,68 Não Sig.
(25) PARAIBA 4,1 0,6 585,64 Não Sig.

Fonte: nsi.pastoraldacrianca.org.br Dados extraídos em 08/03/2017. Extrato de indicadores, abrangência nacional, comparação entre os anos, indicador menor2dp, sintético, detalhado por estados.

Desafios

Sabemos que para termos o peso e a altura real da criança, devemos deixá-la com o mínimo de roupa possível, sem adornos na cabeça ou sapatos nos pés. O peso ou a medida da altura feita inadequadamente pode, inclusive, modificar o resultado do estado nutricional da criança.

Dados do relatório sintético do Acompanhamento Nutricional mostram que aproximadamente 86% das crianças acompanhadas nesta ação, por meio do IMC/Idade, estão dentro do padrão, ou seja, com estado nutricional adequado. Cerca de 11% das crianças estão com sobrepeso ou obesidade. Destes, aproximadamente 8% estão com sobrepeso e 3,5% com obesidade.

Os dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Governo Federal (Sisvan), em 2016, apontou 8,43% de sobrepeso e 7,25% de obesidade nas crianças de 0 a 6 anos acompanhadas pela rede pública de saúde.

Com relação à desnutrição, nosso resultado nos mostra que 2,0% das crianças que acompanhamos estão desnutridas segundo o IMC/idade, e 9% se analisarmos pela altura/idade, indicador de referência à desnutrição crônica (z-escore de altura < -2). Já os dados do Sisvan apontam aproximadamente 6,3% de desnutrição.

Para refletir: Esses resultados são positivos?

No primeiro momento, podemos pensar que sim, que as crianças acompanhadas pela Pastoral estão em melhor estado nutricional, pois estão sendo bem assistidas pelos líderes. Porém, será que isso é verdade? Ou pode ser que a Pastoral da Criança não está chegando até essas crianças para acompanhá-las?

Abaixo estão apresentados os dados do Mapeamento de insegurança alimentar realizado pelo Ministério da Saúde em 2016 o qual mostra que o número de famílias em situação de vulnerabilidade e de crianças com déficit de altura (desnutrição crônica) ainda é alto no nosso país, em especial para determinadas populações, como indígenas, ribeirinhos, extrativistas, dentre outros. Vale a pena olharmos no mapa para tentarmos ir ao encontro dos que mais precisam da nossa atenção.

Mapeamento da Insegurança Alimentar e Nutricional com foco na Desnutrição

Deficit altura Caisan.png

* PBF: Programa Bolsa Família

* GPTEs: Grupos populares tradicionais e específicos

* CADSISVAN: cadastro único de saúde e Sisvan: Sistema de segurança alimentar e nutricional

* PNDS: Pesquisa nacional demográfica e de saúde (dados de 2006).

Deficit alt populações Caisan.png
Mapa de insegurança alimentar Caisan.png