Mudanças entre as edições de "Instrucoes para elaboracao de relatorios anuais"

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Devemos colocar como '''básico''' o que todos devem saber e lembrar. Por isso, o texto deve ser curto/objetivo e referir que mais informações constaram nos demais níveis.
 
Devemos colocar como '''básico''' o que todos devem saber e lembrar. Por isso, o texto deve ser curto/objetivo e referir que mais informações constaram nos demais níveis.
 
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|As atividades do líder devem ser necessariamente '''básicas''' no Relatório Anual:
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* gestantes cadastradas e % visitadas
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* crianças cadastradas e % menores de um ano visitadas
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A prioridade para tópicos básicos são o que ocorreu diretamente com crianças e gestantes (indicadores mais próximos do impacto). Por exemplo: crianças amamentadas, acompanhadas nutricionalmente, desnutridas, obesas, que tiveram diarreia, se tomaram soro por conta desta etc.
 
A prioridade para tópicos básicos são o que ocorreu diretamente com crianças e gestantes (indicadores mais próximos do impacto). Por exemplo: crianças amamentadas, acompanhadas nutricionalmente, desnutridas, obesas, que tiveram diarreia, se tomaram soro por conta desta etc.
  

Edição atual tal como às 09h01min de 11 de novembro de 2020

Instruções para Elaboração de Relatórios Anuais

O Exercício Social da Pastoral da Criança inicia em 01 de outubro de cada ano e encerra-se em 30 de setembro do ano seguinte (vide artigo 79 do Regimento interno: "O encerramento do exercício social dar-se-á em trinta de setembro de cada ano").

Com isso, os dados a serem apresentados para a Assembleia Geral serão referentes a cada ano completo. Por exemplo: na Assembleia Geral de novembro de 2.010, analisou-se os dados de mortalidade infantil dos anos de 2.008 e 2.009 pois o ano de 2.010 ainda não havia acabado e parte dos dados só chegou nos primeiros meses de 2.011.

A partir de 2.020, com o aumento dos dados vindos do AppVisita, já é possível ter dados muito mais atualizados e que podem dar indicativos de tendência. Assim, por exemplo, para a Assembleia Geral de novembro de 2.020, além dos dados de mortalidade infantil dos anos de 2.018 e 2.019 já se pode colocar como está a mortalidade infantil por trimestres do ano de 2.020: o primeiro e segundo trimestres já deverão estar fechados no início de outubro e podem ser apresentados à Assembleia Geral.

Eventualmente, dado que os dados não precisam ser mais impressos, para indicadores mais relevantes, poder-se-á acrescentar no início de novembro os dados do 3º trimestre de 2020.

Período de análise: trimestre ou ano?

As proporções e taxas devem sempre utilizar o ano (de 01 de janeiro a 31 de dezembro). São exemplos: percentual de crianças com diarréia, número de crianças que morreram por mil nascidas. No caso de anos incompletos, dar preferência a divulgar também cada trimestre.

Os números absolutos devem ser do quarto trimestre: é a situação de como se encerrou o ano. São exemplos: numero de crianças acompanhadas, gestantes, famílias, líderes. No caso de anos incompletos, dar preferência a divulgar também cada trimestre.

Chamar atenção apenas para dados estatisticamente significativos

Excesso de dados atrapalha!

Assim, para facilitar a compreensão e uso do tempo, não devemos chamar atenção para variações irrelevantes: por terem ocorrido ao acaso (não serem estatisticamente significativas) ou pela variação ter sido muito pequena:

  • variações pequenas podem ser comentadas como "estável" mesmo que sejam estatisticamente significativas pois, como a Pastoral da Criança lida com números muito grandes, mínimas variações podem aparecer como estatisticamente significativas mas de pouco interesse na prática. Por exemplo: o % Gestantes com altura uterina medida variou de 85,1 para 87,0 de 2018 para 2019 e o p valor foi < 0,001; poderia-se dizer que está estável.
  • obrigatoriamente deve-se chamar atenção para variações estatisticamente significativas iguais ou maiores que 10%: não só deveriam ser comentadas estas variações como hipóteses do porquê desta variação devem ser levantadas.

O que são níveis básico, complementar e opcional no Relatório Anual?

Básico:

Devemos colocar como básico o que todos devem saber e lembrar. Por isso, o texto deve ser curto/objetivo e referir que mais informações constaram nos demais níveis.

As atividades do líder devem ser necessariamente básicas no Relatório Anual:
  • gestantes cadastradas e % visitadas
  • crianças cadastradas e % menores de um ano visitadas

A prioridade para tópicos básicos são o que ocorreu diretamente com crianças e gestantes (indicadores mais próximos do impacto). Por exemplo: crianças amamentadas, acompanhadas nutricionalmente, desnutridas, obesas, que tiveram diarreia, se tomaram soro por conta desta etc.

Complementar:

Neste nível, pode-se colocar os processos: quantas pessoas foram capacitadas para acompanhar as crianças (líderes, capacitadores), materiais utilizados (estadiômetros e seu uso) etc.

Opcional

Pode-se colocar aqui os porquês, fontes, detalhes, cuidados que se devem ter ao analisar os indicadores. Por exemplo: porque não usamos a Taxa de Mortalidade Infantil e sim a Proporção de Mortes por Mil Nascidos; as diversas taxas que podem indicar se estão sendo captadas as gestantes em relação ao número de nascimentos ou destes com o número de menores de um ano acompanhados.

Publicar dados por Coordenação Estadual ou por Estados?

A maior parte dos Estados coincide com nossas coordenações estaduais. No entanto, isso muda muito no caso do Estado do Amazonas visto que, pela proximidade e facilidade de acesso, duas de suas Dioceses deste são acompanhados pela Coordenação Estadual de Rondônia e alguns de seus municípios pela Coordenação Estadual do Acre.

A comparação com os dados oficiais de mortalidade, nutrição, vacinação etc fica muito facilitada quando utilizamos Estado (República Federativa) . Assim, os relatórios devem usar Estado e não nossas coordenações estaduais levando-se ainda em consideração que essas nossas coordenações possuem amplo acesso ao Sistema de Informação da Pastoral da Criança e podem extrair seus relatórios com facilidade.

Mapas por Estado ou por Diocese?

Mapa antibiotico.png
Crianças compareceram Celebração da Vida .png

É muito curioso como Estado ou Coordenação Estadual influem pouco em termos de comportamento dos indicadores: Dioceses vizinhas tem variações em sentidos opostos aparentemente muito mais vinculados ao acertado binômio autoridade eclesiástica e coordenação diocesana do que ao fato de pertencerem a um mesmo Estado.

Crianças com diarreia que tomaram soro.png

Assim, a regra geral seria publicar mapas por Diocese ou por município, o que ajudar a explicar melhor tendência do indicador.

Comparação com outras Dioceses no valor ou na variação do indicador entre dois períodos?

Depende muito do indicador pois as vezes a Diocese está melhor por não variar (ter vacinação próximo a 100% nos dois períodos) ainda que deva ser elogiada a Dioceses que saiu de 30 para 50% de vacinação.

Com isso, a regra geral seria comentar as variações significativas (para cima ou para baixo) mas também as coordenações que estão muito bem e as que precisam melhorar.